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    <title>Reposit&amp;oacute;rio Colec&amp;ccedil;&amp;atilde;o:</title>
    <link>https://bd.tjmg.jus.br/jspui/handle/tjmg/7736</link>
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    <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 19:10:29 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-07T19:10:29Z</dc:date>
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      <title>NT 2251 2021 - Ustequinumabe - Doença de Crohn - NATJUS TJMG</title>
      <link>https://bd.tjmg.jus.br/jspui/handle/tjmg/12028</link>
      <description>T&amp;iacute;tulo: NT 2251 2021 - Ustequinumabe - Doença de Crohn - NATJUS TJMG
Autor: NATJUS - TJMG
Resumo: No caso em tela, trata-se de pacientes de 53 anos, em&#xD;
acompanhamento gastroenterológico com Doença de Crohn ileocolônica,&#xD;
estenosante e penetrante, classificação de Montreal - A2B3L3, desde 2012.&#xD;
Fez uso de mesalazina até 2016, sem melhora clínica e em 2018,&#xD;
azatioprina, porém com manutenção da atividade doença. Em 2019 iniciado&#xD;
adalimumabe na tentativa de remissão da doença, com melhora parcial&#xD;
clínica, porém com entero Tc inferindo doença padrão multifocal, com&#xD;
processo inflamatório em atividade e trajetos fistulosos, que permaneceu&#xD;
nas enteros Tc posteriores. Mantendo calproteína fecal 618. Tentado&#xD;
otimização de infliximbe, mas paciente apresentou quadro de reação&#xD;
cutânea anti-TNF infliximabe, sendo suspenso esta droga. Diante do&#xD;
exposto associado a falha terapêutica ao adalimumabe e reação cutânea ao&#xD;
infliximabe, solicitado Ustequinumabe 130mg EV 3 ampolas no primeiro&#xD;
mês e posteriormente 90mg SC a cada 8 semanas.&#xD;
No SUS o PDCT da DC reconhece que o uso&#xD;
de sulfassalazina, mesalazina e antibióticos não têm ação uniforme ao&#xD;
longo do trato gastrointestinal, enquanto imunossupressores, corticoides, e&#xD;
terapias anti-TNF parecem ter uma ação mais constante em todos os&#xD;
segmentos gastrointestinais. No tratamento de indução de remissão da DC&#xD;
na fase aguda leve a moderada pode ser usado sulfasalazina ou&#xD;
corticóides. Pacientes com doença colônica ou ileocolônica que se tornem&#xD;
intolerantes ao uso da sulfassalazina podem utilizar mesalazina, que tem na&#xD;
literatura tem demonstrado efeito marginal nesta doença. Pacientes com&#xD;
doença moderada a grave devem ser tratados com prednisona ou mesmo&#xD;
metilprednisolona. A azatioprina também é eficaz em induzir a remissão da&#xD;
DC, sendo também indicado para pacientes com recorrência dos sintomas,&#xD;
sendo eficaz tanto na indução como na manutenção da remissão.&#xD;
Pacientes que não respondem a azatioprina após 10 semanas de uso em&#xD;
doses adequadas, deve-se considerar a associação de alopurinol. Para&#xD;
pacientes com IHB igual ou superior a 8, sem resposta clínica significativa&#xD;
aos corticosteroide após 6 semanas; à azatioprina mais alopurinol; ao&#xD;
metotrexato; com contraindicação ou intolerância a corticosteroide e&#xD;
imunossupressor, pode ser considerada a terapia de indução com anti-&#xD;
TNF: infliximabe, adalimumabe ou certolizumabepegol. Pacientes em&#xD;
tratamento de manutenção que tiverem perda de resposta podem mudar de&#xD;
agente anti-TNF.  O medicamento vedolizumabe (Entyvio®) apresenta-se como&#xD;
candidato potencial para esta lacuna, desde que atendidos os requisitos de&#xD;
eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário para o SUS,&#xD;
entretanto ressalta que o horizonte tecnológico aponta ainda que há&#xD;
terapias com diferentes mecanismos de ação e com via de administração&#xD;
oral em desenvolvimento, estando sobre consulta pública pela CONITEC.&#xD;
O ustequinumabe é um inibidor seletivo de IL-12 e 23, aprovado pela&#xD;
ANVISA para psoríase, artrite psoriásica, estando nesta indicação incorporado&#xD;
ao SUS e na DC ativa de moderada a grave, que tiveram uma resposta&#xD;
inadequada, perda de resposta ou que foram intolerantes à terapia convencional&#xD;
ou ao anti-TNF-alfa ou que tem contraindicações para tais terapias, indicação&#xD;
sem incorporação ao SUS. O Guideline da ECCO considera evidencia de&#xD;
baixa qualidade, com recomendação fraca para seu uso em pacientes com&#xD;
doença moderada/severa que falharam com terapia anti-TNF. Conforme&#xD;
revisões da Cochrane existem evidências de moderada/alta qualidade&#xD;
sugerem sua eficácia na indução da remissão clínica e melhora clínica em&#xD;
pacientes com DC moderada a grave, Entretanto as revisões salientam que&#xD;
futuros estudos são necessários para determinar a eficácia a longo prazo e&#xD;
a segurança do ustequinumabe subcutâneo como terapia de manutenção.</description>
      <pubDate>Fri, 16 Apr 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://bd.tjmg.jus.br/jspui/handle/tjmg/12028</guid>
      <dc:date>2021-04-16T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>NT 2226 2021 - Glargina e Humalog® (lispro) - diabetes mellitus tipo 1 - NATJUS TJMG</title>
      <link>https://bd.tjmg.jus.br/jspui/handle/tjmg/12021</link>
      <description>T&amp;iacute;tulo: NT 2226 2021 - Glargina e Humalog® (lispro) - diabetes mellitus tipo 1 - NATJUS TJMG
Autor: NATJUS - TJMG
Resumo: trata-se de paciente com&#xD;
diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1, diagnosticado quando a paciente tinha&#xD;
01 ano e meio de idade. Consta que foi prescrito o uso diário de insulina&#xD;
glargina e humalog, além de insulina convencional regular para correção. A&#xD;
prescrição tem a intenção de oferecer melhor qualidade de vida para que&#xD;
possa frequentar a escola. No caso concreto as informações apresentadas não revelam&#xD;
elementos técnicos que preencham critérios de inclusão no protocolo&#xD;
existente, assim também como não foram identificados elementos técnicos&#xD;
indicativos de imprescindibilidade de uso específico das insulinas análogas&#xD;
prescritas, em detrimento das opções terapêuticas regularmente disponíveis&#xD;
na rede pública (insulina convencional humana NPH e regular).&#xD;
A experiência mundial tem demonstrado que o bom controle glicêmico&#xD;
não se sustenta quando a monitorização adequada, educação continuada, intervenção multidisciplinar efetiva e a aderência ao tratamento não forem&#xD;
implementadas com sucesso.</description>
      <pubDate>Mon, 12 Apr 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://bd.tjmg.jus.br/jspui/handle/tjmg/12021</guid>
      <dc:date>2021-04-12T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>NT 2214 2021 - Imunoterapia injetável específica para veneno de formiga, vespa e abelha - alergia grave - NATJUS TJMG</title>
      <link>https://bd.tjmg.jus.br/jspui/handle/tjmg/12020</link>
      <description>T&amp;iacute;tulo: NT 2214 2021 - Imunoterapia injetável específica para veneno de formiga, vespa e abelha - alergia grave - NATJUS TJMG
Autor: NATJUS - TJMG
Resumo: trata-se criança de 6 anos,&#xD;
As picadas de insetos podem provocar reações alérgicas&#xD;
sistêmicas graves, por vezes fatais, que contribuem significativamente&#xD;
para a morbilidade e deterioraçao da qualidade de vida dos doentes. O&#xD;
grupo de insetos chamados himenópteros, compreende mais de 400&#xD;
espécies de vespas, abelhas africanizadas e formigas, especificamente&#xD;
a Lava-Pés, comum em nossos jardins. Esses insetos são responsáveis&#xD;
por reações alérgicas graves, como a anafilaxia, que pode ser fatal. O&#xD;
veneno é injetado com uma simples ferroada, que pode levar uma pessoa à&#xD;
morte por asfixia ou choque. O diagnóstico de alergia a insetos é feito a&#xD;
partir do histórico de vida do paciente, exames sanguíneos e testes&#xD;
cutâneos e requer tratamento adequado, pois pode cursar com quadro&#xD;
anafilático grave.&#xD;
O tratamento envolve uso de medidas medicamentosas e não&#xD;
medicamentosas, sendo importantíssimo a exclusão ou diminuição da&#xD;
exposição aos agentes alérgenos. Há evidências que suportam que a&#xD;
educação e a autogestão do cuidado reduz a morbidade em crianças e&#xD;
adultos. O tratamento medicamentoso inclui o uso de drogas antihistamínicas,&#xD;
anti-inflamatórias e terapia alvo como no caso da asma. A&#xD;
IT representa uma das opções de tratamento contra alergias.&#xD;
A IT atua no sistema imune com o principal objetivo de diminuir o&#xD;
grau de sensibilização a determinadas substâncias e, assim, inibir as&#xD;
reações, por meio de dessensibilização. Tem se mostrado eficaz para a&#xD;
profilaxia de doença mediada por IgE atópica. Ressalta-se que só deve ser usada quando outras terapias são ineficazes e deve envolver a&#xD;
administração de alérgeno padronizado específico em um esquema de&#xD;
tratamento que assegure que uma quantidade adequada do alérgeno é&#xD;
injetado de acordo com um protocolo reconhecido. Está indicada em&#xD;
casos especiais de alergia nos quais o paciente não consegue evitar&#xD;
exposição aos alérgenos e em situações em que não haja resposta&#xD;
adequada ao tratamento farmacológico e nos pacientes que apresentam&#xD;
anafilaxia por veneno de picadas de insetos.&#xD;
A terapia fundamenta-se na administração de diversas doses,&#xD;
gradativas e cada vez mais concentradas, de extratos de alérgenos,&#xD;
aplicadas em intervalos regulares durante um longo período, que pode&#xD;
variar de um a cinco anos, até encontrar a tolerância clínica desses&#xD;
causadores de alergias em pacientes hipersensíveis, de forma a reduzir a&#xD;
sintomatologia após a exposição a determinado alérgeno.&#xD;
Uma das principais limitações para o sucesso do tratamento com a&#xD;
imunoterapia é o fato de que, normalmente, os pacientes hipersensíveis&#xD;
costumam ser alérgicos a mais de um tipo de substância, dificultando,&#xD;
assim, a identificação do alérgeno candidato à vacina. Além disso a&#xD;
adesão do paciente ao regime de tratamento pode ser a diferença entre&#xD;
o sucesso e o fracasso do tratamento, pois todo tratamento que&#xD;
necessita de longos prazos está sujeito a altas taxas de abandono.&#xD;
No SUS não existe PCDT para tratamento da alergia a picada de&#xD;
insetos.</description>
      <pubDate>Thu, 15 Apr 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://bd.tjmg.jus.br/jspui/handle/tjmg/12020</guid>
      <dc:date>2021-04-15T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>NT 2181 - 2021 - Azatioprina - Behçet - vasculite com acometimento ocular - NATJUS TJMG</title>
      <link>https://bd.tjmg.jus.br/jspui/handle/tjmg/12019</link>
      <description>T&amp;iacute;tulo: NT 2181 - 2021 - Azatioprina - Behçet - vasculite com acometimento ocular - NATJUS TJMG
Autor: NATJUS - TJMG
Resumo: trata-se de paciente de 42 anos, com DB apresentando&#xD;
vasculite com acometimento ocular desde Necessita de azatioprina,&#xD;
uso oral por no mínimo 2 anos, devido a risco de cegueira.&#xD;
A DB é uma doença rara e pode acometer a visão com inflamação&#xD;
do olho chamada de uveíte. A inflamação no olho vista na DB pode&#xD;
levar à cegueira irreversível naqueles que não tratam corretamente. O&#xD;
tratamento da uveíte na DB é feito, basicamente, com drogas&#xD;
imunossupressoras e corticosteróides. No SUS, o PCDT de uveíte não&#xD;
infecciosa que aborda o acometimento ocular da DB com uso de&#xD;
corticóides, azatioprina e ciclosporina e adalimumabe. Vale ressaltar que a&#xD;
disponibilização de azatioprina para esta doença feita por meio do&#xD;
Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF).&#xD;
Assim o tratamento proposto da uveíte na DB é uma abordagem&#xD;
já contemplada no SUS inclusive previsto em PCDT, sendo esta&#xD;
demanda questão estritamente relacionada a gestão de assistência&#xD;
saúde pública, o que foge a finalidade do NATJUS -TJMG.</description>
      <pubDate>Tue, 13 Apr 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://bd.tjmg.jus.br/jspui/handle/tjmg/12019</guid>
      <dc:date>2021-04-13T00:00:00Z</dc:date>
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